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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Google !

Gente olha como o Google está :
Ele está assim pois hoje é o dia em que o código de barras foi inventado .

Legal néh pessoal ?

Até mais .

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Navio pesqueiro da Nigéria encalha no litoral do RN

Embarcação ficou à deriva no mar durante quatro dias.
Sete tripulantes africanos estavam a bordo.

Um navio encalhou na Praia de Buzios, em Nísia Floresta (RN), na tarde deste domingo (4). A embarcação chamou a atenção dos banhistas da região. Segundo a Capitania dos Portos, o navio é de uma empresa pesqueira da Nigéria e foi arrastada para a areia durante a maré alta. Sete tripulantes africanos estavam a bordo, mas ninguém ficou ferido.

Dois deles foram internados com problemas de saúde, mas já foram liberados. A Capitania dos Portos vai abrir inquérito para apurar os motivos do encalhe. Uma perícia será feita na embarcação e todos os tripulantes devem prestar depoimento com ajuda de um intérprete, já que nenhum deles fala português.

A documentação do navio será avaliada para saber o motivo pelo qual eles estavam na costa brasileira e o que teria acontecido com o barco para que chegasse a encalhar, de acordo com a Capitania dos Portos.

As investigações podem durar até três meses, mas o capitão dos portos, Francisco Vasconcelos, disse que a conclusão da apuração pode demorar entre duas ou três semanas.

A Polícia Federal (PF) deve tomar providências sobre a permanência dos africanos no Brasil.

GM lança Chevrolet Agile e inaugura nova família de carros

Hatchback será oferecido em duas versões, com motor 1.4 econoflex.
Modelo chega para disputar mercado com VW Fox e Renault Sandero.



Após três anos de estudos, ensaios e intensos trabalhos em design e engenharia, a General Motors finalmente lança o primeiro produto do badalado “Projeto Viva”: o Chevrolet Agile foi apresentado na noite desta segunda-feira (5) na cidade de Mendoza, na Argentina. O preço do modelo ainda não foi divulgado.




O carro compacto foi desenvolvido para colocar a GM na briga por um nicho de mercado importante da indústria automobilística, que contempla hatchbacks compactos com um apelo um pouco mais sofisticado, ou seja, carros um pouco mais espaçosos, mais altos e com motor mais potentes que os populares. E, claro, um pouco mais caros também. Assim, o Agile chega para brigar diretamente com o Volkswagen Fox, modelo que está no mercado desde 2004, e com o Renault Sandero, que chegou em 2008. Outros concorrentes que atuam nesta faixa de preço são Fiat Punto e as versões mais caras de Ford Fiesta e Peugeot 207.



O Agile será oferecido em duas versões, ambas equipadas com motor 1.4 econoflex com quatro cilindros em linha, com potência de 102 cv cv com álcool e 97 cv com gasolina. O Agile LT, o mais barato, traz como itens de série equipamentos como direção hidráulica, rodas aro 15 polegadas de aço e calota, ajuste de altura do banco do motorista e da coluna de direção, computador de bordo e piloto automático.

A versão topo de linha chama-se Agile LTZ. Esta versão inclui como itens de série faróis de neblina, rádio com Bluetooth, vidros e travas elétricas, alarme e espelhos retrovisores com acionamento elétrico. Equipamentos de segurança como freios ABS e airbags, e o ar-condicionado, são opcionais nas duas versões.

O Chevrolet Agile é o primeiro modelo do projeto Viva, que dará origem a uma família de novos veículos, inicialmente para mercados emergentes como o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O veículo foi desenvolvido no Centro Tecnológico da GM em São Caetano do Sul (SP) e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), e será fabricado em Rosário, na Argentina. O Agile vai ser o substituto natural do Chevrolet Corsa, que por enquanto continuará a ser produzido. A partir da sua plataforma, a GM deve desenvolver ainda novos modelos para a família, como um sedã, um utilitário esportivo compacto e uma picape pequena.

Design lateral do Chevrolet Agile .

Design diferente

Entre as novidades no aspecto visual que o carro apresenta está a nova identificação que a Chevrolet desenvolveu para os modelos, com uma grade frontal ao estilo de um trapézio dividida por uma barra no meio, onde aparece o símbolo dourado da marca.

O motor 1.4 é o mesmo utilizado em outros veículos da Chevrolet, como Prisma, Corsa e Meriva, mas ganhou novos ajustes para aumentar a potência. O motor tem um novo sistema de gerenciamento eletrônico, com sensores capazes de medir a quantidade de ar admitida pelo motor possibilitando um cálculo mais preciso da quantidade de combustível a ser utilizada.

Internamente, destaque para o painel com aspecto esportivo que mistura instrumentos digitais e analógicos e traz uma iluminação em azul. O computador de bordo informa quando o combustível está acabando, se a pilha do controle remoto está fraca, ou se há problemas no sistema de arrefecimento.

A posição de dirigir é mais alta do que as dos hatches convencionais, ficando semelhante a do VW Fox. E o porta-malas do Chevrolet Agile tem 327 litros de capacidade, chegando a 1.140 litros com os bancos traseiros rebatidos. É maior que os porta-malas do Fox (260 litros) e do Sandero (320 litros).

Resta saber como será a recepção do público com a chegada de um novo modelo logo após a volta da cobrança gradual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e de recordes de venda na indústria automobilística nacional.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

As comidas mais caras do mundo

Omelete com caviar e lagosta seguido de sorvete com ouro? Tudo por apenas R$ 3,6 mil .
Se você acha que pagou caro nas últimas vezes em que saiu para jantar, que dirá pagar R$ 1,8 mil por um omelete? Ou talvez uma pizza por míseros R$ 22 mil. Para toda a família? Não, brotinho.

A lista das comidas mais caras do mundo assusta não somente pelos preços cobrados por restaurantes para servir as tais iguarias, mas principalmente porque mostra que em meio a turbulências na economia mundial, ainda há gente disposta a queimar dinheiro com esse luxo.

O primeiro item da lista é, claro, caviar. Mas não qualquer caviar: trata-se do caviar de beluga iraniana Almas. A cor das ovas varia de um cinza bem escuro até um tom mais claro – este último considerado o mais valioso, já que indica que o peixe é mais velho e, portanto, o sabor da iguaria será mais delicado. O caviar mais raro, de coloração quase branco perolada, chamado Almas, é tirado de fêmeas com mais de 100 anos. Só por isso, o quilo chega a US$ 25 mil no mercado, o equivalente a quase R$ 50 mil. Como se isso não fosse “propaganda“ suficiente, alguns gourmets garantem esse prato teria qualidades afrodisíacas e anti-envelhecimento.

A lista segue com as trufas brancas europeias. As mais caras vêm da área de Langhe, na região do Piemonte, Itália. As trufas crescem junto às raízes dos grandes carvalhos e são encontradas com a ajuda de porcos e cães especialmente treinados para farejar a especiaria. Dependendo da qualidade, estas trufas alcançam entre 2 mil e 4 mil euros o quilo, ou seja, entre R$ 5,3 mil e R$ 10,6 mil.

De prato considerado requintado, a pizza tem muito pouco. O que não impede restaurantes de brigarem pelo título de “pizza mais cara”. Com cobertura de lagosta e caviar, a pizza do restaurante Louis XVIII, na Itália, é servida em porção individual. Preço? Apenas 8,3 mil euros.

Não por coincidência, outro prato que nasceu simples também ganhou ares sofisticados no Hotel Le Parker Meridien, em Nova York. Ao chegar lá, o fino é pedir o omelete “especial” da casa, que leva lagosta e 284 gramas de caviar Sevruga, além de seis ovos. Preço do prato? US$ 1 mil (R$ 1,8 mil), cartão ou dinheiro.

E como todo bom jantar inclui sobremesa, aproveitando a proximidade, basta chegar até o Serendipity 3, um restaurante popular de Nova York, e pedir um sundae. A receita inclui cinco bolinhas de sorvete de baunilha do Taiti, favas de baunilha de Madagascar, uma folha de ouro de 23 quilates e um dos chocolates mais caros do mundo, Amedei Porceleana. A sobremesa, que consta até no Livro dos Recordes Guinness, sai por meros R$ 1 mil (R$ 1,8 mil).

Nova espécie de ‘lagarto-leopardo’ vietnamita

‘Goniurosaurus catbaensis’ vive no norte do Vietnã.
163 novas espécies foram descobertas na região do Grande Mekong.

Nova espécie de lagarto foi descoberta no Vietnã .

A ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgou nesta sexta-feira (25) a foto acima, de uma nova espécie de lagarto, o Goniurosaurus catbaensis. Ele foi descoberta no Parque Nacional da Ilha Cat Ba, no norte do Vietnã. Além do G. catbaensis, a WWF listou outras 162 espécies novas descobertas no ano passado apenas na região do Grande Mekong, um santuário da biodiversidade que se estende por cinco diferentes países.

Vacina anti-Aids avaliada na Tailândia precisa agora de ‘teste ocidental’

Especialista brasileiro diz que ‘sucesso mensurado’ é inédito.
Mas é preciso entender efeito imunológico e aplicar em outros contextos.

Até agora, a breve história da pesquisa da vacina contra o vírus da Aids é uma coleção de fiascos. O último malogro foi da Merck: o laboratório teve de admitir que sua vacina experimental anti-HIV, a V520, além de não impedir a infecção ou reduzir a carga viral, poderia aumentar as chances de contrair o vírus. Os testes clínicos foram suspensos em setembro de 2007.

O que surpreende nesse estudo é que duas vacinas sem eficácia individual, em combinação, apresentaram eficácia reduzida, mas mensurável. É inédito"

Há um ano, artigo na "Nature Biotechnology" (“HIV vaccine developers battle on, despite high-profile failures”) revelava os bastidores das pesquisas. Em 2006, o total aplicado pelo setor público americano nesses estudos era de US$ 833 milhões, comparados a US$ 79 milhões das empresas privadas. Entre 2005 e 2006, o financiamento público para esse campo de pesquisa havia crescido 23%. O particular, só 5%. A expectativa sobre os esforços da Sanofi-Aventis na Tailândia, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (24) não era nada positiva. “Muitos na comunidade (cientifica) a encaram como um provável fiasco”, dizia o texto, publicado em junho do ano passado. Ela já estava em plena fase 3 de testes (leia sobre a diferença entre as etapas abaixo).

Com o anúncio de hoje, a comunidade científica envolvida no desenvolvimento de uma vacina contra o HIV se alvoroçou, mesmo sem ter em mãos detalhes sobre o estudo. “O resultado é bem surpreendente”, diz o imunologista Edecio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da instituição. “O que surpreende nesse estudo é que duas vacinas sem eficácia individual, em combinação, apresentaram eficácia reduzida, mas mensurável. É inédito.”



Grande contingente, 16.402 voluntários no caso da RV 144, é necessário para detectar efeitos muito pequenos de melhora

A RV 144, que baixou o risco de infecção em 31,2%, como anunciado hoje, combina uma vacina da VaxGen (de São Francisco, na Califórnia), feita com subunidades da glicoproteína gp120, da superfície do HIV, com a Alvac, feita com um vírus recombinante da “varíola dos canários” (similar à varíola, mas que infecta só aves e é inofensiva para humanos) que expressa três genes (env, gag e pro) do HIV. “O da VaxGen foi testado na Tailândia também, o resultado saiu em 2003, e ela não foi eficaz”, relembra Cunha Neto. “A Alvac já foi usada em testes menores, em um formato que conhecemos como vacina terapêutica, para pessoas que já estão infectadas, com o objetivo de melhorar sua imunidade de modo que não precisem mais tomar antirretrovirais. Mas ela também não teve sucesso.”

Questões não respondidas

O que está em discussão agora, na opinião do imunologista, é se o resultado vai se sustentar com análises clínicas mais aprofundadas. “É possível generalizar resultados para populações afetadas em outros lugares do mundo? O contexto tailandês, onde foi realizado o teste, é de populações rurais, onde a transmissão do HIV se dá entre heterossexuais, principalmente. Uma pergunta é como se comportaria em populações de risco no mundo ocidental.”

  • Aspas

    É possível generalizar resultados para populações afetadas em outros lugares do mundo? O contexto tailandês, onde foi realizado o teste, é de populações rurais, onde a transmissão do HIV se dá entre heterossexuais, principalmente"

“A comunidade está muito ansiosa para saber quais foram os mecanismos imunológicos que essa vacina provocou, associados a essa proteção de aquisição de infecção. Ela não causou alterações nas pessoas vacinadas e que acabaram infectadas. Não houve efeito quanto à intensidada da infecção, a carga viral. Resumindo: é uma surpresa muito boa, mas até que se possa dizer ‘nós temos um problema resolvido’, algumas questões têm de ser respondidas.”

Procedimento

Cunha Neto explicou que o anúncio do resultado sem a divulgação de um estudo detalhado não é fora de padrão. “No último ensaio de vacina, a da Merck, o procedimento foi assim também. Houve um comunicado para a imprensa e o envio de um pacote de dados inicial para alguns especialistas. Os trabalhos só vieram a ser publicados no final de 2008 na revista ‘Lancet’. É que esse tipo de resultado é esperado com tanta ansiedade que esperar um processo de publicação científica para liberar o trabalho demandaria um tempo muito longo. Quanto mais tempo você segura um resultado desse, que envolve milhares de pessoas envolvidas no protoolo, maior a chance de vazar de uma forma incompleta. Essa informação tem uma relevância sociológica, digamos assim.”

Fases

A vacina RV 144 estava cumprindo a fase 3. “Fase 3 é uma etapa do teste clínico em que você avalia 3 mil indivíduos ou mais de cada lado (o grupo que toma a vacina e o grupo que toma placebo). Isso é feito de modo duplo-cego, ou seja, nem o paciente nem a equipe sabem, para evitar qualquer viés”, explica Cunha Neto. “O grande contingente é necessário para detectar efeitos muito pequenos de melhora. A diferença (51 infectados entre os vacinados e 74 entre os não vacinados) de fato não é grande, mas extrapolando para milhões, perceba que o resultado já vale a pena”, afirma Cunha Neto.

É feito um acompanhamento periódico, que pode ser mensal, trimestral ou semestral, com visitas de profissionais e a realização de teste de HIV. O protocolo exige que os participantes sejam enfaticamente orientados a tomar precauções contra o vírus, fazendo sexo com preservativos, por exemplo. “É sempre junto com aconselhamento”, diz Cunha Neto. “Do contrário, seria antiético. Isso dá mais trabalho, porque exige inclusão maior de indivíduos na pesquisa. Todos os sujeitos são altamente incentivados a usar proteção.”

A diferença da fase 3 para as fases 1 e 2 é basicamente de número de participantes. Na 1, é testada a segurança (a toxicidade), para checar se há efeitos adversos graves, com 10 pacientes “de cada lado”. Além disso, ainda na fase 1, é verificada a imunogenicidade, a capacidade de fazer o sistema imunológico reagir. A fase 2 começa com dezenas de pessoas em cada lado e termina com cerca de 1,5 mil em cada grupo. “Custa de US$ 50 milhões a US$ 150 milhões tocar uma fase 3”, diz Cunha Neto. “Para fazer o acompanhamento, com as visitas, o custo é extremamente alto. A cada vez que você eleva o tamanho de um grupo, há uma elevação astronômica de investimento.”

Isso ajuda a explicar o envolvimento de pesquisadores das Forças Armadas americanas. “Eles têm recursos, pessoal qualificado e laboratórios, e são tradicionalmente fortes em desenvolvimento de vacinas”, diz Cunha Neto.

Helicóptero faz pouso forçado na Zona Norte de SP

Ocupantes do aparelho não sofreram ferimentos graves.
Acidente ocorreu na tarde desta sexta (25) na Vila Maria.

Helicóptero ficou tombado em estacionamento; ninguém se feriu .

Um helicóptero fez um pouso forçado na região da Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (25). Segundo os bombeiros, ele tombou no estacionamento de um hipermercado Carrefour.

O piloto e um acompanhante que estavam na aeronave foram socorridos por uma equipe dos bombeiros. Não há informação do estado de saúde das vítimas.

De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o piloto da aeronave telefonou para o centro de operações dos Bombeiros, por volta das 14h30, informando que havia feito um pouso forçado e pedindo que um resgate fosse até o local.

Segundo a assessoria de imprensa do Carrefour, o helicóptero não atingiu nenhum carro ou cliente. Os dois ocupantes da aeronave, o piloto e um aluno de instrução de voo, tiveram apenas ferimentos leves e foram socorridos no local e encaminhados para a Santa Casa. De acordo com os bombeiros, os dois saíram conscientes e andado após o acidente. O piloto teve apenas um corte no supercílio.

Investigação

O centro de Comunicação Social da Aeronáutica em Brasília informou que foi comunicado do pouso forçado da aeronave e que uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) 4 estava a caminho do local, por volta das 15h10, para investigar as causas do ocorrido.

De acordo com o centro de comunicação, um relatório com as causas do problema deve ser feito num prazo mínimo de 90 dias. O órgão disse não ter recebido relato sobre pessoas feridas na ocorrência.


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Ex-tecladista de Bob Marley morre nos EUA

Wycliffe 'Steely' Johnson morreu em Nova York aos 47 anos.
Produtor jamaicano foi um dos pioneiros do dancehall.

O produtor jamaicano de reggae Wycliffe "Steely" Johnson, que foi tecladista da banda de Bob Marley, morreu em Nova York aos 47 anos.

O amigo e também produtor Cleveland "Clevie" Browne disse que Johnson morreu na última quinta-feira (3) no Brookhaven Memorial Hospital, em Long Island, depois de um ataque cardíaco.

Browne diz que Johnson foi diagnosticado com insuficiência renal em dezembro enquanto estava na Nova York. Ele também lembra que os médicos contaram a Johnson que ele teria um coágulo no cérebro.

Johnson era conhecido pelo seu trabalho inovador em alguns dos maiores hits do dancehall nas décadas de 1980 e 1990.

Com o duo Steely & Clevie, od dois dominaram a produção musical na Jamaica por décadas. Eles ajudaram a transformar o dancehall ao adotar tecnologia digital em estúdio.

Eles também trabalharam com artistas internacionais como No Doubt e Sean Paul.

Mestre das cores Henri Matisse é tema de exposição em São Paulo

'Matisse hoje' reúne cerca de 80 obras do francês a partir de sábado (5).
Mostra na Pinacoteca do Estado fica em cartaz até 1º de novembro.

A Pinacoteca do Estado, em São Paulo, recebe a partir deste sábado (5) a primeira exposição individual do artista francês Henri Matisse (1869-1954). A mostra “Matisse hoje”, que integra o calendário oficial do Ano da França no Brasil e fica em cartaz até 1º de novembro, reúne cerca de 80 obras de importantes coleções públicas e privadas do Brasil e da França, como o Musée National d’Art Moderne – Centre Pompidou (Paris), a Biblioteca Nacional da França e o Musée Matisse (Le Cateau-Cambrésis).

'Nature morte au magnolia', de Henri Matisse.

Montada sob a curadoria de Emilie Ovaere, do Musée Matisse, e assistência de Regina Teixeira de Barros, do corpo técnico da Pinacoteca do Estado, a mostra é composta por pinturas, esculturas, desenhos, fotos, documentos e livros ilustrados de Henri-Émile-Benoît Matisse.

O público poderá acompanhar a evolução do processo criativo do artista, em um percurso retrospectivo. Entre os destaques, estão as obras “Nature morte au magnoia” (1941) e “Nu rose assis” (1935-36), os painéis serigrafados “Océanie”, “Le ciel” e “Océanie, la mer”; e as pranchas do livro “Jazz”, editado em 1947.

Outro destaque são as imagens realizadas por importantes fotógrafos como Henri Cartier-Bresson e Man Ray, que retratam Matisse no cotidiano e em seu ateliê.

Paralelamente, a mostra será acompanhada por trabalhos de cinco artistas da cena francesa contemporânea que dialogam com a criação de Matisse: Philippe Richard (Dijon,1962), Pierre Mabille (Amiens, 1958), Cécile Bart (Dijon, 1958), Christophe Cuzin (Saint Simeon, 1956) e Frédérique Lucien (Briançon, 1960).

Exposição "Matisse hoje"

Quando: de 5 de setembro a 1º de novembro (terça a dom, das 10 às 18h)
Onde: Pinacoteca do Estado, Praça da Luz, 2, Centro, tel. (11) 3335-4990
Quanto: R$ 6 e R$ 3 (meia) / grátis aos sábados

Veja como estão os pontos históricos do 7 de setembro em SP

Vias da cidade 'presenciaram' chegada de Dom Pedro I em 1822.
Na época, município tinha poucas semelhanças com a atual metrópole.

'Colina do Ipiranga', de Miguelzinho Dutra (esq), e o 'Monumento à Independência', suposto local onde ocorreu o grito .

Que o grito de independência foi dado às margens do riacho do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, todos sabem. O que poucos paulistanos têm ciência é de que diversas vias na capital paulista “presenciaram” a passagem do príncipe regente Dom Pedro I nos idos de agosto e setembro de 1822.

Naquela época, São Paulo era uma pequena cidade com pouco mais de 6 mil habitantes e bem diferente da atual metrópole de 11 milhões de moradores. O perímetro urbano da capital era delimitado pelo Rio Tamanduateí (onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro), o Vale do Anhangabaú e as atuais regiões da Rua 25 de Março e do bairro da Liberdade, de acordo com relatos que estão no Museu Paulista.

Itinerário da Independência

Nessa pequena cidade, Dom Pedro I chegou no dia 25 de agosto de 1822, após cobrir, em 12 dias de viagem, uma distância de 634 km desde o Rio de Janeiro (veja mapa acima). O príncipe e sua comitiva atravessaram uma pequena ponte sobre o Rio Tamanduateí e caminharam por uma região arborizada onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro.

Maquete da cidade de São Paulo antiga (esq.) e a metrópole atual .

De lá, seguiram por uma pequena via onde hoje fica a Avenida Rangel Pestana até o prédio que servia como sede do governo de São Paulo, o Colégio dos Jesuítas. O edifício, que foi confiscado pelo governo no século XVIII, abrigou o príncipe durante os 11 dias em que ficou na cidade, a trabalho. No dia 5 de setembro, ele decidiu ir a Santos, na Baixada Santista.

“Na manhã, enveredou o príncipe Dom Pedro com sua guarda de honra (...) pela tortuosa Rua do Lavapés, tomando assim o velho Caminho do Mar, dos mais antigos da terra brasileira”, diz o historiador Eduardo Canabrava Barreiros, em artigo intitulado “Itinerário da Independência”. A rua, que mantém hoje a nomenclatura original, era usada como porta de saída da capital ao litoral.

'Inundação', de Benedito Calixto (esq.) e o Rio Tamanduateí hoje .

Após dois dias, na madrugada de 7 de setembro, o príncipe subiu a Serra do Mar em direção a São Paulo. Ao chegar às margens do Riacho do Ipiranga, Dom Pedro encontrou um mensageiro que lhe trazia uma carta . O documento, assinado por José Bonifácio, patriarca da Independência, e pela princesa Maria Leopoldina, informava que o príncipe havia perdido a condição de regente do Brasil.

Relatos históricos indicam que Dom Pedro, após ler a carta, refletiu por alguns instantes e, em seguida, afirmou: “É tempo... Independência ou morte! Estamos separados de Portugal.”

'Dom Pedro I', de Benedito Calixto (esq); no destaque, local onde hoje fica o Parque Dom Pedro .

O local exato onde ocorreu o “grito do Ipiranga”, porém, é incerto. “Precisaria de um estudo minucioso para descobrir o real local”, disse a historiadora Miyoko Makino, do Museu Paulista. “Mas seria nas imediações de onde está o ‘Monumento à Independência’”, completou.

Do Ipiranga, que não fazia parte do perímetro urbano paulistano, o príncipe seguiu para a sede do governo paulista, onde festejou o fim da subserviência do Brasil perante Portugal. “Lá, criou a música do Hino à Independência”, lembrou Miyoko.

A celebração durou três dias. No dia 10 de setembro, retomou viagem ao Rio de Janeiro, onde chegou após cinco dias de cavalgada. Na capital fluminense, foi nomeado imperador do Brasil. Mas isso é história para outra ocasião.

No Alasca, pescadores protestam contra acidificação dos oceanos

Mais de cem embarcações formaram a frase "Oceano Ácido".
Queima de combustíveis fósseis também afeta ecossistema marinho.

Mais de cem pescadores e marinheiros utilizaram suas embarcações para formar a frase "Oceano Ácido", no Alasca. Manifestação lembra que acidificação dos oceanos é decorrência da emissão de gases resultantes da queima de combustíveis fósseis.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Sessão FUUU 4

Até mais gente .

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Medidas básicas de socorro podem salvar vítima de problemas cardíacos

Técnica, se bem aplicada, poderia até ter ajudado Michael Jackson.Médico recomenda que qualquer pessoa aprenda a aplicar método.

No caso da morte do cantor Michael Jackson muito pouco se sabe, com certeza, das circunstâncias que cercaram o final de sua vida. O uso de medicamentos contra a dor, somente a presença de um médico naqueles que seriam seus últimos momentos, nada confirmado. A divulgação da ligação telefônica que acionou o serviço de resgate para a casa de Michael, porém, revela a única certeza do caso, até agora. No trecho divulgado, a pessoa que solicita auxílio descreve que um homem de 50 anos estava inconsciente e não respirava.

Um guia básico do que fazer em situações como a que afetou Michael Jackson .

Além disso a vitima estava recebendo manobras de ressuscitação feitas, em princípio, por seu médico particular. O relato era de que Michael estaria ainda em sua cama. O que se pode afirmar com certeza é que esse não é o local ideal para isso.

Uma lição que podemos tirar do acontecido é lembrar que qualquer pessoa pode e deve aprender o que fazer se vier a enfrentar uma situação semelhante. As medidas de Suporte Básico de Vida podem salvar uma pessoa e são simples.

O protocolo de atendimento está baseado em 3 pontos: a manutenção da passagem do ar pelas vias aéreas, permitindo que o oxigênio chegue aos pulmões e o gás carbônico seja exalado; a insuflação do ar até os pulmões se a vitima não estiver respirando espontaneamente; e as compressões do tórax, conhecidas como massagem cardíaca.

Essas manobras devem ser aplicadas com a vitima sobre uma superfície rígida e podem manter os sistemas do corpo funcionando até que o resgate chegue. Os médicos e técnicos do resgate lançam mão do que chamamos Suporte Avançado de Vida, dispositivos e medicação específica para as situações que levaram ao estado de inconsciência e muitas vezes à parada cardíaca.

E porque deveríamos aprender a fazer essas manobras? Cerca de meio milhão de pessoas por ano morrem de forma súbita, vitimas de problemas circulatórios. As manobras de Suporte Básico de Vida fazem parte da Corrente da Sobrevivência, que tem como elos: o reconhecimento de que existe uma energência e de que o resgate deve ser acionado; manobras de ressuscitação cardiopulmonares básicas, que já descrevemos; o uso de desfibriladores externos automáticos, quando esses estiverem disponíveis; o suporte avançado de vida e o transporte com segurança para um hospital, para dar continuidade ao tratamento.

Nas capitais e nas principais cidades do Brasil existem centros de treinamento que ministram esses cursos de Suporte Básico de Vida. Procure se informar e aprenda a salvar uma vida se um dia o destino lhe colocar nessa situação.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Antártida se parecia com os Alpes há 34 milhões de anos, diz estudo

Equipe usou dados de radar para mapear relevo debaixo da 'neve eterna'.Mudanças climáticas criaram continente gelado após 20 milhões de anos.

Quem entrasse numa máquina do tempo rumo a um verão qualquer na Antártida de 34 milhões de anos atrás daria de cara não com o continente gelado de hoje, mas com deslumbrantes paisagens alpinas, não muito diferentes das fotografias abaixo. Usando dados obtidos por radar, uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu "enxergar" através de quilômetros de geleiras eternas e determinar que as montanhas Gamburtsev, no centro da Antártida, tinham vales, rios e geleiras semelhantes aos dos Alpes nessa época remota.
Montanhas do País de Gales dão ideia de como era o ambiente antártico, como nesta foto .

Outro exemplo galês é o vale de Cwm Idwal

Outra visão galesa do que pode ter sido a Antártida no passado remoto .
O relato das descobertas está na edição desta semana da revista científica "Nature". A equipe liderada por Martin Siegert, da Universidade de Edimburgo (Reino Unido), afirma que a antiga topografia alpina da Antártida ficou preservada debaixo das camadas de gelo.
Segundo os pesquisadores, levando em conta o relevo característico dessas estruturas, a temperatura média da região durante o verão era igual ou superior a 3 graus Celsius positivos. Parece pouco, mas é um calor bem maior do que as dezenas de graus negativos que dominam a área hoje.
Mudanças ligadas à circulação das correntes marítimas e ao posicionamento dos continentes acabaram levando ao gradual congelamento da Antártida continental, concluído por volta de 14 milhões de anos atrás.
Parabéns aos Postadores que estão Participando do Concurso !!!
Vocês já são Vencedores ...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Submarino-robô atinge ponto mais profundo da Terra

Veículo chega a 10.902 metros na Fossa das Marianas, no Oceano Pacífico.

Um submarino-robô desenvolvido nos Estados Unidos alcançou a área considerada a mais profunda dos oceanos - o chamado Challenger Deep, na Fossa das Marianas, no Pacífico. O local, perto da ilha de Guam, é o maior abismo da Terra, com 11 mil metros de profundidade - 2 quilômetros a mais do que o Monte Everest tem de altura.

Embarcação não é tripulada

O mergulho da embarcação não-tripulada Nereus ocorreu no último domingo e atingiu 10.902 metros de profundidade. Nesta localização, a pressão chega a ser mais de mil vezes maior que a nível do mar.

Livre
O Nereus é operado à distância por pilotos a bordo de um navio, com a ajuda de cabos de fibra óptica que permitem que ele desça a grandes profundidades e seja fácil de manobrar. Ele também pode ser colocado em modo automático e "nadar" livremente.

"Com um robô como este, nós agora podemos virtualmente explorar qualquer parte do oceano", disse Andy Bowen, diretor do projeto e principal pesquisador por trás do desenvolvimento do submarino no Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI, na sigla em inglês).

"Essas fossas são praticamente inexploradas e tenho certeza absoluta que o Nereus vai permitir novas descobertas", afirmou. "Este mergulho marca o início de uma nova era na exploração dos oceanos."

Passado
O Challenge Deep só foi atingido antes por duas outras embarcações. Em janeiro de 1960, Jacques Piccard e Don Walsh fizeram a primeira e única viagem tripulada ao local, a bordo do batiscafo suíço Trieste.

A embarcação era composta por uma esfera de aço de 2 metros de diâmetro, ocupada pelos dois tripulantes e pendurada em um tanque de petróleo gigante, projetado para permitir uma boa flutuação. Durante a expedição, que durou nove horas, os dois homens passaram apenas 20 minutos no fundo do oceano - tempo suficiente para registrar a profundidade local em 10.916 metros.

Em 1995, o submarino-robô japonês Kaiko foi o primeiro veículo não tripulado a visitar o local. Atualmente, os aparelhos mais aptos a descer a grandes profundidades chegam a uma média de 6,5 mil metros, o que permite aos cientistas explorar 95% do fundo do mar.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Suécia cria parque de ursos polares

Em área equivalente a seis campos de futebol, animais poderão hibernar e nadar.

A Suécia acaba de abrir o que está sendo chamado de o maior parque de ursos polares do mundo, em uma área total de 41 mil metros quadrados - equivalente a seis campos de futebol. Situado em Orsa, na região de Dalarna (centro da Suécia), o Polar World começa a receber seus primeiros habitantes, e já está aberto à visitação pública.
Animais relaxam no parque =)

O parque funcionará como um centro europeu de reprodução de ursos polares, e também como um polo de informação ao público sobre os animais e a ameaça imposta à espécie pelas mudanças no clima global. "Esta é sem dúvida a maior e mais bem planejada reserva de ursos polares já criada", disse à BBC Brasil o diretor da reserva, Torbjörn Wallin.

O Polar World recriou da melhor forma possível o habitat natural da espécie: águas profundas, cavernas para hibernação, áreas de pesca para os ursos e até equipamentos para produção de neve artificial durante os períodos mais quentes. "Ouvimos os maiores especialistas internacionais e fizemos uma lista do que seria necessário para criar a reserva de ursos polares de seus sonhos. O resultado final é o Polar World", observou o diretor do parque.

Casal
O primeiro casal de ursos polares do parque, Wilbär e Ewa, chegou há poucos dias. Wilbär foi transferido do zoológico de Stuttgart, na Alemanha, e ao chegar foi apresentado a Ewa, que veio do zoo de Roterdã, na Holanda. Os dois vão viver agora em um clima mais frio, com longos invernos e neve abundante.

"Ewa é uma moça decidida de três anos de idade, e Wilbär é mais jovem e curioso. Torcemos agora para que o Cupido entre em ação, e esperamos poder ter em breve pequenos filhotes de ursos polares na reserva para mostrar ao mundo", disse Torbjörn Wallin.

Local já está aberto à visitação
O Polar World foi criado como uma extensão do parque Orsa Björnpark, que já abriga diversas outras espécies de ursos. O parque oferece aos visitantes várias exposições, um anfiteatro e centros de informação e educação sobre os ursos polares, as regiões polares e os efeitos das mudanças climáticas sobre a espécie. O diretor da reserva ressalta, porém, que o objetivo do Polar World não é receber uma grande quantidade de ursos polares.
Reprodução
"O foco central é o programa de reprodução", disse ele. "E o mais importante para nós é dar aos ursos as melhores condições para que tenham uma existência de qualidade, com o maior espaço possível" , acrescentou.
Os ursos polares são considerados uma espécie ameaçada, em consequência do impacto provocado pelas mudanças climáticas em seu habitat natural nas regiões polares.
Embora a população total de ursos polares seja estimada atualmente entre 20 e 25 mil animais, o Fundo Mundial para Conservação da Natureza (WWF) ressalta que o futuro da espécie é incerto, em virtude das evidências de que seu habitat está sendo afetado.
Segundo os cientistas, o gelo continua a derreter nas regiões polares, e o habitat dos animais deverá continuar a sofrer o impacto das mudanças climáticas durante as próximas décadas.

Novo fóssil lança luz sobre origem dos grandes macacos e do homem

Espanhóis analisaram anatomia de primata com 12 milhões de anos.Achado apoiaria hipótese de origem eurasiática dos nossos parentes.

Pesquisadores liderados por Salvador Moyà-Solà, da Universidade Autônoma de Barcelona, descobriram e descreveram uma nova espécie de primata extinto que pode trazer nossos dados sobre a origem dos grandes macacos (orangotangos, gorilas e chimpanzés) e do homem. O bicho de 12 milhões de anos, batizado de Anoiapithecus brevirostris, tem características anatômicas que o ligam, em parte, aos ancestrais diretos dos grandes macacos, mas também a primatas menores e mais primitivos. Uma vez que o animal foi achado na Espanha, a descoberta daria mais peso à hipótese de que os grandes macacos surgiram na Europa e na Ásia e só mais tarde teriam ido para a África. A análise está na revista científica americana "PNAS". Fósseis da nova espécie encontrados na Catalunha .

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Estudo revela morada de inverno dos tubarões-elefante

Criaturas migram para as regiões tropicais, fugindo do frio.Achado surpreendente foi obtido com ajuda de satélites.

Os tubarões-elefante, aquelas lentas criaturas que só perdem em tamanho para os tubarões-baleia, passam seus verões e outonos em águas superficiais se alimentando de plânctons. Entretanto, seu paradeiro no inverno já foi um mistério.

Por muito tempo, cientistas acharam que os tubarões hibernavam em águas profundas para conservar energia numa época quando há pouco plâncton disponível. Porém, essa ideia foi refutada por estudos de classificação por satélite de tubarões ao leste do Atlântico Norte. Eles mostraram a movimentação sazonal dos animais dentro das águas temperadas da região para continuar se alimentando.

Foto : Tubarão-elefante no Atlântico

Agora, um novo estudo de classificação na parte oeste do Atlântico Norte, onde as mudanças de estação no oceano são mais notáveis, mostrou que eles migram para muito mais longe – para águas tropicais e até mesmo através do equador. Os tubarões viajam em profundidades de até 100 metros, algumas vezes permanecendo no fundo por semanas ou meses.

Gregory B. Skomal, do Massachusetts Division of Marine Fisheries, e colegas prenderam identificadores por satélite em 25 tubarões de Cape Cod. Eles receberam dados sobre profundidade, temperatura da água e níveis de luz de 18 deles. Suas descobertas estão publicadas na Current Biology.

Alguns tubarões migraram para as Bahamas e Caribe, enquanto outros cruzaram o equador. Um chegou até o Atlântico Sul, no ponto mais ao leste do Brasil. A distância máxima viajada foi estimada em 8.851 quilômetros.

As descobertas mostram que as águas tropicais não são uma barreira para a mistura de sub-populações dos tubarões. Assim, os esforços para conservar a espécie deveriam ser coordenados globalmente, dizem os pesquisadores.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Austrália lança programa para salvar espécies de cavalos-marinhos

União Internacional para a Conservação da Natureza diz que oito espécies estão ameaçadas.

Um biólogo marinho lançou na Austrália um programa pioneiro para tentar salvar espécies ameaçadas de cavalos-marinhos. O biólogo marinho David Harasti, da Universidade de Newcastle, na Austrália, criou filhotes de duas espécies não-ameaçadas em cativeiro nos últimos seis meses e soltou-os em seu habitat natural, na baía de Sydney.
Uma das espécies-alvo da campanha, o Hippocampus histrix ...

A maioria das espécies de cavalos-marinhos não se adapta bem ao cativeiro, apresentando alto nível de estresse e baixo índice de reprodução. A esperança do experimento é que os filhotes sobrevivam sozinhos. Se a experiência, realizada com animais das espécies cavalo-marinho-de-barriga, a maior espécie existente, e o cavalo-marinho-branco, der certo, o programa poderá ser usado com espécies em extinção em outros países."Estamos testando se cavalos-marinhos nascidos em cativeiro se adaptam à natureza, pois poderíamos introduzir o programa em outros países onde as populações estão diminuindo, como Filipinas, Vietnã e Indonésia (que possui o maior número de cavalos-marinhos do mundo), disse ele à BBC Brasil.

Teste
Vinte e dois filhotes foram liberados em condições de água diferentes em Sydney. Uma mais calma, e outra mais agitada, para ver em qual ambiente os cavalos-marinhos se adaptariam melhor.

"Assim, vamos observando e coletando informações valiosas desses animais", disse. Todos os filhotes, identificados por uma pequena etiqueta fluorescente, devem ser monitorados por mergulhadores a cada duas semanas. "A principal coisa é ver se os nascidos em cativeiro sobreviverão na natureza assim que liberados", disse o biólogo, que faz o experimento com a espécie Hippocampus whitei.

"Como ainda sabemos muito pouco sobre os cavalos-marinhos, não podemos fornecer estatísticas de suas populações", disse ele, que cita a espécie Hippocampus colemani como a mais rara.

'Apaixonados'
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, há oito espécies ameaçadas no planeta. A organização lista o cavalo-marinho-do-cabo, nativo da África do Sul, como a espécie mais ameaçada.

Para Harasti, a maior ameaça dos cavalos-marinhos é a pesca abusiva
(motivada, entre outras coisas, pelo uso do animal na medicina tradicional chinesa), além do desenvolvimento urbano e degradação dos habitats.

O cientista diz que, com o passar dos anos, a perda de habitats naturais como campos de esponjas, corais e algas, levou algumas espécies da Austrália a habitar regiões ao redor das redes especiais de proteção contra tubarões. "Agora eles dependem delas, pois se adaptaram às mudanças humanas", disse Harasti, que acrescentou que as redes são "perfeitas" para os animais, já que fornecem proteção contra predadores.

A Austrália abriga ao menos 20 das 60 espécies de cavalos-marinhos conhecidas no mundo, o que a torna o país possuidor da maior diversidade de espécies de cavalos-marinhos no mundo. Novas espécies continuam a ser descobertas. Recentemente a menor espécie de cavalo-marinho do mundo foi encontrada próxima a costa da Indonésia. O Hippocampus denise tem apenas 16 milímetros de comprimento.

O pesquisador diz que os cavalos-marinhos são os únicos animais do mundo na qual o macho dá à luz, podendo produzir cerca de cem filhotes de uma vez. Segundo Harasti, quando a fêmea e o macho iniciam o processo de acasalamento, ficam juntos durante toda a temporada. "Recentemente descobrimos também que eles praticam a monogamia de longo prazo, pois os pares continuam juntos nas temporadas seguintes de acasalmento."

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Imagem da Nasa mostra ônibus espacial como 'mosquinha' sobre o Sol .

Cena impressionante foi obtida durante viagem da nave para o Hubble.Astronautas têm missão de 11 dias de duração para reparar telescópio.Imagem foi obtida antes do contato com o Telescópio Espacial Hubble .