Ele está assim pois hoje é o dia em que o código de barras foi inventado .Legal néh pessoal ?
Até mais .
Você bem informado...
Embarcação ficou à deriva no mar durante quatro dias.
Sete tripulantes africanos estavam a bordo.
Um navio encalhou na Praia de Buzios, em Nísia Floresta (RN), na tarde deste domingo (4). A embarcação chamou a atenção dos banhistas da região. Segundo a Capitania dos Portos, o navio é de uma empresa pesqueira da Nigéria e foi arrastada para a areia durante a maré alta. Sete tripulantes africanos estavam a bordo, mas ninguém ficou ferido.
Dois deles foram internados com problemas de saúde, mas já foram liberados. A Capitania dos Portos vai abrir inquérito para apurar os motivos do encalhe. Uma perícia será feita na embarcação e todos os tripulantes devem prestar depoimento com ajuda de um intérprete, já que nenhum deles fala português.
A documentação do navio será avaliada para saber o motivo pelo qual eles estavam na costa brasileira e o que teria acontecido com o barco para que chegasse a encalhar, de acordo com a Capitania dos Portos.
As investigações podem durar até três meses, mas o capitão dos portos, Francisco Vasconcelos, disse que a conclusão da apuração pode demorar entre duas ou três semanas.
A Polícia Federal (PF) deve tomar providências sobre a permanência dos africanos no Brasil.
Hatchback será oferecido em duas versões, com motor 1.4 econoflex.
Modelo chega para disputar mercado com VW Fox e Renault Sandero.
Após três anos de estudos, ensaios e intensos trabalhos em design e engenharia, a General Motors finalmente lança o primeiro produto do badalado “Projeto Viva”: o Chevrolet Agile foi apresentado na noite desta segunda-feira (5) na cidade de Mendoza, na Argentina. O preço do modelo ainda não foi divulgado.
O carro compacto foi desenvolvido para colocar a GM na briga por um nicho de mercado importante da indústria automobilística, que contempla hatchbacks compactos com um apelo um pouco mais sofisticado, ou seja, carros um pouco mais espaçosos, mais altos e com motor mais potentes que os populares. E, claro, um pouco mais caros também. Assim, o Agile chega para brigar diretamente com o Volkswagen Fox, modelo que está no mercado desde 2004, e com o Renault Sandero, que chegou em 2008. Outros concorrentes que atuam nesta faixa de preço são Fiat Punto e as versões mais caras de Ford Fiesta e Peugeot 207.
O Agile será oferecido em duas versões, ambas equipadas com motor 1.4 econoflex com quatro cilindros em linha, com potência de 102 cv cv com álcool e 97 cv com gasolina. O Agile LT, o mais barato, traz como itens de série equipamentos como direção hidráulica, rodas aro 15 polegadas de aço e calota, ajuste de altura do banco do motorista e da coluna de direção, computador de bordo e piloto automático.
A versão topo de linha chama-se Agile LTZ. Esta versão inclui como itens de série faróis de neblina, rádio com Bluetooth, vidros e travas elétricas, alarme e espelhos retrovisores com acionamento elétrico. Equipamentos de segurança como freios ABS e airbags, e o ar-condicionado, são opcionais nas duas versões.
O Chevrolet Agile é o primeiro modelo do projeto Viva, que dará origem a uma família de novos veículos, inicialmente para mercados emergentes como o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O veículo foi desenvolvido no Centro Tecnológico da GM em São Caetano do Sul (SP) e no Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), e será fabricado em Rosário, na Argentina. O Agile vai ser o substituto natural do Chevrolet Corsa, que por enquanto continuará a ser produzido. A partir da sua plataforma, a GM deve desenvolver ainda novos modelos para a família, como um sedã, um utilitário esportivo compacto e uma picape pequena.
Design lateral do Chevrolet Agile .
Design diferente
Entre as novidades no aspecto visual que o carro apresenta está a nova identificação que a Chevrolet desenvolveu para os modelos, com uma grade frontal ao estilo de um trapézio dividida por uma barra no meio, onde aparece o símbolo dourado da marca.
O motor 1.4 é o mesmo utilizado em outros veículos da Chevrolet, como Prisma, Corsa e Meriva, mas ganhou novos ajustes para aumentar a potência. O motor tem um novo sistema de gerenciamento eletrônico, com sensores capazes de medir a quantidade de ar admitida pelo motor possibilitando um cálculo mais preciso da quantidade de combustível a ser utilizada.
Internamente, destaque para o painel com aspecto esportivo que mistura instrumentos digitais e analógicos e traz uma iluminação em azul. O computador de bordo informa quando o combustível está acabando, se a pilha do controle remoto está fraca, ou se há problemas no sistema de arrefecimento.
A posição de dirigir é mais alta do que as dos hatches convencionais, ficando semelhante a do VW Fox. E o porta-malas do Chevrolet Agile tem 327 litros de capacidade, chegando a 1.140 litros com os bancos traseiros rebatidos. É maior que os porta-malas do Fox (260 litros) e do Sandero (320 litros).
Resta saber como será a recepção do público com a chegada de um novo modelo logo após a volta da cobrança gradual do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e de recordes de venda na indústria automobilística nacional.
O primeiro item da lista é, claro, caviar. Mas não qualquer caviar: trata-se do caviar de beluga iraniana Almas. A cor das ovas varia de um cinza bem escuro até um tom mais claro – este último considerado o mais valioso, já que indica que o peixe é mais velho e, portanto, o sabor da iguaria será mais delicado. O caviar mais raro, de coloração quase branco perolada, chamado Almas, é tirado de fêmeas com mais de 100 anos. Só por isso, o quilo chega a US$ 25 mil no mercado, o equivalente a quase R$ 50 mil. Como se isso não fosse “propaganda“ suficiente, alguns gourmets garantem esse prato teria qualidades afrodisíacas e anti-envelhecimento.
A lista segue com as trufas brancas europeias. As mais caras vêm da área de Langhe, na região do Piemonte, Itália. As trufas crescem junto às raízes dos grandes carvalhos e são encontradas com a ajuda de porcos e cães especialmente treinados para farejar a especiaria. Dependendo da qualidade, estas trufas alcançam entre 2 mil e 4 mil euros o quilo, ou seja, entre R$ 5,3 mil e R$ 10,6 mil.
De prato considerado requintado, a pizza tem muito pouco. O que não impede restaurantes de brigarem pelo título de “pizza mais cara”. Com cobertura de lagosta e caviar, a pizza do restaurante Louis XVIII, na Itália, é servida em porção individual. Preço? Apenas 8,3 mil euros.
Não por coincidência, outro prato que nasceu simples também ganhou ares sofisticados no Hotel Le Parker Meridien, em Nova York. Ao chegar lá, o fino é pedir o omelete “especial” da casa, que leva lagosta e 284 gramas de caviar Sevruga, além de seis ovos. Preço do prato? US$ 1 mil (R$ 1,8 mil), cartão ou dinheiro.
E como todo bom jantar inclui sobremesa, aproveitando a proximidade, basta chegar até o Serendipity 3, um restaurante popular de Nova York, e pedir um sundae. A receita inclui cinco bolinhas de sorvete de baunilha do Taiti, favas de baunilha de Madagascar, uma folha de ouro de 23 quilates e um dos chocolates mais caros do mundo, Amedei Porceleana. A sobremesa, que consta até no Livro dos Recordes Guinness, sai por meros R$ 1 mil (R$ 1,8 mil).

A ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgou nesta sexta-feira (25) a foto acima, de uma nova espécie de lagarto, o Goniurosaurus catbaensis. Ele foi descoberta no Parque Nacional da Ilha Cat Ba, no norte do Vietnã. Além do G. catbaensis, a WWF listou outras 162 espécies novas descobertas no ano passado apenas na região do Grande Mekong, um santuário da biodiversidade que se estende por cinco diferentes países.
Especialista brasileiro diz que ‘sucesso mensurado’ é inédito.
Mas é preciso entender efeito imunológico e aplicar em outros contextos.
Até agora, a breve história da pesquisa da vacina contra o vírus da Aids é uma coleção de fiascos. O último malogro foi da Merck: o laboratório teve de admitir que sua vacina experimental anti-HIV, a V520, além de não impedir a infecção ou reduzir a carga viral, poderia aumentar as chances de contrair o vírus. Os testes clínicos foram suspensos em setembro de 2007.
O que surpreende nesse estudo é que duas vacinas sem eficácia individual, em combinação, apresentaram eficácia reduzida, mas mensurável. É inédito"
Há um ano, artigo na "Nature Biotechnology" (“HIV vaccine developers battle on, despite high-profile failures”) revelava os bastidores das pesquisas. Em 2006, o total aplicado pelo setor público americano nesses estudos era de US$ 833 milhões, comparados a US$ 79 milhões das empresas privadas. Entre 2005 e 2006, o financiamento público para esse campo de pesquisa havia crescido 23%. O particular, só 5%. A expectativa sobre os esforços da Sanofi-Aventis na Tailândia, cujos resultados foram divulgados nesta quinta-feira (24) não era nada positiva. “Muitos na comunidade (cientifica) a encaram como um provável fiasco”, dizia o texto, publicado em junho do ano passado. Ela já estava em plena fase 3 de testes (leia sobre a diferença entre as etapas abaixo).
Com o anúncio de hoje, a comunidade científica envolvida no desenvolvimento de uma vacina contra o HIV se alvoroçou, mesmo sem ter em mãos detalhes sobre o estudo. “O resultado é bem surpreendente”, diz o imunologista Edecio Cunha Neto, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da instituição. “O que surpreende nesse estudo é que duas vacinas sem eficácia individual, em combinação, apresentaram eficácia reduzida, mas mensurável. É inédito.”
A RV 144, que baixou o risco de infecção em 31,2%, como anunciado hoje, combina uma vacina da VaxGen (de São Francisco, na Califórnia), feita com subunidades da glicoproteína gp120, da superfície do HIV, com a Alvac, feita com um vírus recombinante da “varíola dos canários” (similar à varíola, mas que infecta só aves e é inofensiva para humanos) que expressa três genes (env, gag e pro) do HIV. “O da VaxGen foi testado na Tailândia também, o resultado saiu em 2003, e ela não foi eficaz”, relembra Cunha Neto. “A Alvac já foi usada em testes menores, em um formato que conhecemos como vacina terapêutica, para pessoas que já estão infectadas, com o objetivo de melhorar sua imunidade de modo que não precisem mais tomar antirretrovirais. Mas ela também não teve sucesso.”
Questões não respondidas
O que está em discussão agora, na opinião do imunologista, é se o resultado vai se sustentar com análises clínicas mais aprofundadas. “É possível generalizar resultados para populações afetadas em outros lugares do mundo? O contexto tailandês, onde foi realizado o teste, é de populações rurais, onde a transmissão do HIV se dá entre heterossexuais, principalmente. Uma pergunta é como se comportaria em populações de risco no mundo ocidental.”
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É possível generalizar resultados para populações afetadas em outros lugares do mundo? O contexto tailandês, onde foi realizado o teste, é de populações rurais, onde a transmissão do HIV se dá entre heterossexuais, principalmente"
“A comunidade está muito ansiosa para saber quais foram os mecanismos imunológicos que essa vacina provocou, associados a essa proteção de aquisição de infecção. Ela não causou alterações nas pessoas vacinadas e que acabaram infectadas. Não houve efeito quanto à intensidada da infecção, a carga viral. Resumindo: é uma surpresa muito boa, mas até que se possa dizer ‘nós temos um problema resolvido’, algumas questões têm de ser respondidas.”
Procedimento
Cunha Neto explicou que o anúncio do resultado sem a divulgação de um estudo detalhado não é fora de padrão. “No último ensaio de vacina, a da Merck, o procedimento foi assim também. Houve um comunicado para a imprensa e o envio de um pacote de dados inicial para alguns especialistas. Os trabalhos só vieram a ser publicados no final de 2008 na revista ‘Lancet’. É que esse tipo de resultado é esperado com tanta ansiedade que esperar um processo de publicação científica para liberar o trabalho demandaria um tempo muito longo. Quanto mais tempo você segura um resultado desse, que envolve milhares de pessoas envolvidas no protoolo, maior a chance de vazar de uma forma incompleta. Essa informação tem uma relevância sociológica, digamos assim.”
Fases
A vacina RV 144 estava cumprindo a fase 3. “Fase 3 é uma etapa do teste clínico em que você avalia 3 mil indivíduos ou mais de cada lado (o grupo que toma a vacina e o grupo que toma placebo). Isso é feito de modo duplo-cego, ou seja, nem o paciente nem a equipe sabem, para evitar qualquer viés”, explica Cunha Neto. “O grande contingente é necessário para detectar efeitos muito pequenos de melhora. A diferença (51 infectados entre os vacinados e 74 entre os não vacinados) de fato não é grande, mas extrapolando para milhões, perceba que o resultado já vale a pena”, afirma Cunha Neto.
É feito um acompanhamento periódico, que pode ser mensal, trimestral ou semestral, com visitas de profissionais e a realização de teste de HIV. O protocolo exige que os participantes sejam enfaticamente orientados a tomar precauções contra o vírus, fazendo sexo com preservativos, por exemplo. “É sempre junto com aconselhamento”, diz Cunha Neto. “Do contrário, seria antiético. Isso dá mais trabalho, porque exige inclusão maior de indivíduos na pesquisa. Todos os sujeitos são altamente incentivados a usar proteção.”
A diferença da fase 3 para as fases 1 e 2 é basicamente de número de participantes. Na 1, é testada a segurança (a toxicidade), para checar se há efeitos adversos graves, com 10 pacientes “de cada lado”. Além disso, ainda na fase 1, é verificada a imunogenicidade, a capacidade de fazer o sistema imunológico reagir. A fase 2 começa com dezenas de pessoas em cada lado e termina com cerca de 1,5 mil em cada grupo. “Custa de US$ 50 milhões a US$ 150 milhões tocar uma fase 3”, diz Cunha Neto. “Para fazer o acompanhamento, com as visitas, o custo é extremamente alto. A cada vez que você eleva o tamanho de um grupo, há uma elevação astronômica de investimento.”
Isso ajuda a explicar o envolvimento de pesquisadores das Forças Armadas americanas. “Eles têm recursos, pessoal qualificado e laboratórios, e são tradicionalmente fortes em desenvolvimento de vacinas”, diz Cunha Neto.
Helicóptero ficou tombado em estacionamento; ninguém se feriu .
Um helicóptero fez um pouso forçado na região da Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (25). Segundo os bombeiros, ele tombou no estacionamento de um hipermercado Carrefour.
O piloto e um acompanhante que estavam na aeronave foram socorridos por uma equipe dos bombeiros. Não há informação do estado de saúde das vítimas.
De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o piloto da aeronave telefonou para o centro de operações dos Bombeiros, por volta das 14h30, informando que havia feito um pouso forçado e pedindo que um resgate fosse até o local.
Segundo a assessoria de imprensa do Carrefour, o helicóptero não atingiu nenhum carro ou cliente. Os dois ocupantes da aeronave, o piloto e um aluno de instrução de voo, tiveram apenas ferimentos leves e foram socorridos no local e encaminhados para a Santa Casa. De acordo com os bombeiros, os dois saíram conscientes e andado após o acidente. O piloto teve apenas um corte no supercílio.
Investigação
O centro de Comunicação Social da Aeronáutica em Brasília informou que foi comunicado do pouso forçado da aeronave e que uma equipe do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) 4 estava a caminho do local, por volta das 15h10, para investigar as causas do ocorrido.
De acordo com o centro de comunicação, um relatório com as causas do problema deve ser feito num prazo mínimo de 90 dias. O órgão disse não ter recebido relato sobre pessoas feridas na ocorrência.
Wycliffe 'Steely' Johnson morreu em Nova York aos 47 anos.
Produtor jamaicano foi um dos pioneiros do dancehall.
O produtor jamaicano de reggae Wycliffe "Steely" Johnson, que foi tecladista da banda de Bob Marley, morreu em Nova York aos 47 anos.
O amigo e também produtor Cleveland "Clevie" Browne disse que Johnson morreu na última quinta-feira (3) no Brookhaven Memorial Hospital, em Long Island, depois de um ataque cardíaco.
Browne diz que Johnson foi diagnosticado com insuficiência renal em dezembro enquanto estava na Nova York. Ele também lembra que os médicos contaram a Johnson que ele teria um coágulo no cérebro.
Johnson era conhecido pelo seu trabalho inovador em alguns dos maiores hits do dancehall nas décadas de 1980 e 1990.
Com o duo Steely & Clevie, od dois dominaram a produção musical na Jamaica por décadas. Eles ajudaram a transformar o dancehall ao adotar tecnologia digital em estúdio.
Eles também trabalharam com artistas internacionais como No Doubt e Sean Paul.
'Nature morte au magnolia', de Henri Matisse.
Montada sob a curadoria de Emilie Ovaere, do Musée Matisse, e assistência de Regina Teixeira de Barros, do corpo técnico da Pinacoteca do Estado, a mostra é composta por pinturas, esculturas, desenhos, fotos, documentos e livros ilustrados de Henri-Émile-Benoît Matisse.
O público poderá acompanhar a evolução do processo criativo do artista, em um percurso retrospectivo. Entre os destaques, estão as obras “Nature morte au magnoia” (1941) e “Nu rose assis” (1935-36), os painéis serigrafados “Océanie”, “Le ciel” e “Océanie, la mer”; e as pranchas do livro “Jazz”, editado em 1947.
Outro destaque são as imagens realizadas por importantes fotógrafos como Henri Cartier-Bresson e Man Ray, que retratam Matisse no cotidiano e em seu ateliê.
Paralelamente, a mostra será acompanhada por trabalhos de cinco artistas da cena francesa contemporânea que dialogam com a criação de Matisse: Philippe Richard (Dijon,1962), Pierre Mabille (Amiens, 1958), Cécile Bart (Dijon, 1958), Christophe Cuzin (Saint Simeon, 1956) e Frédérique Lucien (Briançon, 1960).
Exposição "Matisse hoje"
Quando: de 5 de setembro a 1º de novembro (terça a dom, das 10 às 18h)
Onde: Pinacoteca do Estado, Praça da Luz, 2, Centro, tel. (11) 3335-4990
Quanto: R$ 6 e R$ 3 (meia) / grátis aos sábados

Que o grito de independência foi dado às margens do riacho do Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, todos sabem. O que poucos paulistanos têm ciência é de que diversas vias na capital paulista “presenciaram” a passagem do príncipe regente Dom Pedro I nos idos de agosto e setembro de 1822.
Naquela época, São Paulo era uma pequena cidade com pouco mais de 6 mil habitantes e bem diferente da atual metrópole de 11 milhões de moradores. O perímetro urbano da capital era delimitado pelo Rio Tamanduateí (onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro), o Vale do Anhangabaú e as atuais regiões da Rua 25 de Março e do bairro da Liberdade, de acordo com relatos que estão no Museu Paulista.
Itinerário da Independência
Nessa pequena cidade, Dom Pedro I chegou no dia 25 de agosto de 1822, após cobrir, em 12 dias de viagem, uma distância de 634 km desde o Rio de Janeiro (veja mapa acima). O príncipe e sua comitiva atravessaram uma pequena ponte sobre o Rio Tamanduateí e caminharam por uma região arborizada onde atualmente está localizado o Parque Dom Pedro.
Maquete da cidade de São Paulo antiga (esq.) e a metrópole atual .
De lá, seguiram por uma pequena via onde hoje fica a Avenida Rangel Pestana até o prédio que servia como sede do governo de São Paulo, o Colégio dos Jesuítas. O edifício, que foi confiscado pelo governo no século XVIII, abrigou o príncipe durante os 11 dias em que ficou na cidade, a trabalho. No dia 5 de setembro, ele decidiu ir a Santos, na Baixada Santista.
“Na manhã, enveredou o príncipe Dom Pedro com sua guarda de honra (...) pela tortuosa Rua do Lavapés, tomando assim o velho Caminho do Mar, dos mais antigos da terra brasileira”, diz o historiador Eduardo Canabrava Barreiros, em artigo intitulado “Itinerário da Independência”. A rua, que mantém hoje a nomenclatura original, era usada como porta de saída da capital ao litoral.
'Inundação', de Benedito Calixto (esq.) e o Rio Tamanduateí hoje .
Após dois dias, na madrugada de 7 de setembro, o príncipe subiu a Serra do Mar em direção a São Paulo. Ao chegar às margens do Riacho do Ipiranga, Dom Pedro encontrou um mensageiro que lhe trazia uma carta . O documento, assinado por José Bonifácio, patriarca da Independência, e pela princesa Maria Leopoldina, informava que o príncipe havia perdido a condição de regente do Brasil.
Relatos históricos indicam que Dom Pedro, após ler a carta, refletiu por alguns instantes e, em seguida, afirmou: “É tempo... Independência ou morte! Estamos separados de Portugal.”
'Dom Pedro I', de Benedito Calixto (esq); no destaque, local onde hoje fica o Parque Dom Pedro .
O local exato onde ocorreu o “grito do Ipiranga”, porém, é incerto. “Precisaria de um estudo minucioso para descobrir o real local”, disse a historiadora Miyoko Makino, do Museu Paulista. “Mas seria nas imediações de onde está o ‘Monumento à Independência’”, completou.
Do Ipiranga, que não fazia parte do perímetro urbano paulistano, o príncipe seguiu para a sede do governo paulista, onde festejou o fim da subserviência do Brasil perante Portugal. “Lá, criou a música do Hino à Independência”, lembrou Miyoko.
A celebração durou três dias. No dia 10 de setembro, retomou viagem ao Rio de Janeiro, onde chegou após cinco dias de cavalgada. Na capital fluminense, foi nomeado imperador do Brasil. Mas isso é história para outra ocasião.
Mais de cem pescadores e marinheiros utilizaram suas embarcações para formar a frase "Oceano Ácido", no Alasca. Manifestação lembra que acidificação dos oceanos é decorrência da emissão de gases resultantes da queima de combustíveis fósseis.
No caso da morte do cantor Michael Jackson muito pouco se sabe, com certeza, das circunstâncias que cercaram o final de sua vida. O uso de medicamentos contra a dor, somente a presença de um médico naqueles que seriam seus últimos momentos, nada confirmado. A divulgação da ligação telefônica que acionou o serviço de resgate para a casa de Michael, porém, revela a única certeza do caso, até agora. No trecho divulgado, a pessoa que solicita auxílio descreve que um homem de 50 anos estava inconsciente e não respirava.
Montanhas do País de Gales dão ideia de como era o ambiente antártico, como nesta foto .
Outro exemplo galês é o vale de Cwm Idwal
Embarcação não é tripulada
Animais relaxam no parque =)
Fósseis da nova espécie encontrados na Catalunha .
Os tubarões-elefante, aquelas lentas criaturas que só perdem em tamanho para os tubarões-baleia, passam seus verões e outonos em águas superficiais se alimentando de plânctons. Entretanto, seu paradeiro no inverno já foi um mistério.
Uma das espécies-alvo da campanha, o Hippocampus histrix ...